Só o Senhor é Deus!
 
 

PANCADA DE AMOR REALMENTE DÓI!

Inec

PANCADA DE AMOR REALMENTE DÓI!

O amor é um sentimento único, conhecido em todos os idiomas e em todos os países. Não há alguém no mundo que não sofreu ou ainda não sofrerá por amor. É ele que nos impulsiona a atitudes malucas e, às vezes, a vexames desastrosos. É ele que nos dá vida, revigora-nos, dá-nos aquele brilho diferente nos olhos, aquela aparência iluminada, aquele algo mais... Quem ainda não sentiu o palpitar mais forte do coração, o sangue correndo mais rápido nas veias, um friozinho no estômago ao ver a pessoa amada? Quem ainda não sentiu as mãos trêmulas e o rosto corado quando fala com a sua paixão? Quem ainda não ficou doente de amor? Infelizmente, as “dores de amor” são emoções que envolvem todo o organismo e são realmente doloridas. E os sintomas que antigamente pareciam psicológicos, hoje tem explicação científica. A pontada de susto no estômago, o aperto da paixão no peito, o nó na garganta de tristeza: todos os sentimentos fortes estão associados à dor física. O “suplício de uma saudade” não é apenas uma imagem literária - machuca mesmo por dentro.

E isso acontece porque, ao se emocionar, a pessoa perde parte do controle do sistema nervoso vegetativo, que comanda o funcionamento de diversos órgãos do corpo. Assim, desencadeia-se uma série de alterações drásticas e repentinas nas secreções em geral. E então, quando alguém que amamos vai embora ou mesmo quando “levamos um fora”, por exemplo, temos a sensação do coração apertado, e isso se deve ao disparo do hormônio adrenalina. A sensação de pancada no estômago também é, na verdade, uma contração súbita misturada a uma descarga extra de sucos gástricos.

A tensão emocional automaticamente se transforma em tensão muscular e o corpo fica todo dolorido, e ficamos com a sensação de termos sido atropelados por um bonde.

Felizmente para os esperançosos de haver uma cura para as dores do amor, temos uma solução: Ore, e peça a Cristo para tirar todos os sentimentos ruins, que Ele, o Senhor dos Senhores, restaurar-lhe-á, a alegria de viver.

 

Elaine J. Alves

 

Gama- DF - Junho de 1999 INEC Ano I Nº 03