Só o Senhor é Deus!
 
 

Motivos de Oração

MISSÕES:
“Não cabe à Igreja decidir se ela quer fazer missão, mas ela só pode decidir se quer ser Igreja.
Ela não pode determinar quando e onde será feito missão; pois missão sempre é iniciativa de Deus”
(Vicedom)

O sofrimento na vida missionária

O sofrimento faz parte da carreira missionária dos que seguem os passos e o ministério de Jesus.

Foi assim com o nosso mestre e Ele nos advertiu de que também teríamos e nos chamou a calcular os custos para ver se estamos dispostos a ir até o fim, (Lc 9.23,57-62;14-25-53).

Jesus não facilitou a vida dos seus seguidores.

Hoje estamos acostumados a uma fé evangélica comunista, buscando os cultos e programas e o louvor que mais nos agradam, e o lugar onde mais podemos obter bênçãos com menor custo. Esse não é o caminho da cruz, a que Jesus nos convida a andar, seguindo os seus passos.

Não quero buscar intencionalmente o sofrimento mas se queremos alcançar os perdidos, teremos de servir em selvas, entre grupos que vivem muito longe da civilização, e onde nossa presença vai ser pressionada, vamos ter inimigos simplesmente por estarmos ali em nome de Cristo. Teremos de servir entre povos orgulhosos de sua cultura e da sua religião, que as defendem porque representam sua identidade e porque vêem o Cristianismo como imposição do Ocidente capitalista. Teremos de servir entre povos que sofrem os horrores da guerra, que perderam seus entes queridos, crianças traumatizadas que presenciaram a morte violenta de seus pais, pessoas física e emocionalmente estraçalhadas. Teremos de servir em lugares onde o simples interesse em ler ou ter uma Bíblia já pode causar intensa oposição ou mesmo a morte. Temos de reconhecer que de fato causamos algumas reações negativas pela maneira como a missão tem sido feita. Mas a razão maior não é a questão da cultura, mas é porque há uma batalha espiritual, querendo impedir que novos povos ou grupos de pessoas sem Deus e sem esperança venham a descobrir as alegres e boas novas do amor de Deus.

Além disso, teremos de aprender línguas complicadas, mudar nossa forma de viver por outras formas que nos são estranhas, permitir que nossos filhos se integrem e se tomem parte de uma cultura que talvez não nos agrade. Podemos estar servindo com toda dedicação e fidelidade e ser mal-interpretados, questionados, nossa presença ser ressentida porque somos estrangeiros.

Depois vêm as saudades da pátria, da família, da igreja, dos amigos. A preocupação com os pais que estão ficando mais idosos, e precisando de nossa presença. A preocupação constante com a vida e os estudos dos filhos, e com o futuro deles. Será que estamos lhes prejudicando ao obrigá-los a compartilhar a vida missionária conosco? Vem a solidão e a necessidade de alguém que nos entenda. Acabamos sendo duplamente estrangeiros, no campo, e talvez ainda mais quando voltamos ao lar - é aí que percebemos o quanto mudamos. Mesmo nossa família, ou nossos melhores amigos não entendem as coisas que mais ardem em nosso coração.

Será que vale a pena enfrentar tudo isso? Eu creio que sim. Em primeiro lugar porque é muito pouco em resposta àquilo que o Senhor da glória fez para me salvar e me tornar filha amada do Deus Pai. Também porque nossa vocação é aquilo que no fundo mais satisfaz nosso ser, é aquilo para que fomos feitos, nos causa imensa satisfação e alegria estar no centro da vontade de Deus. E ainda cada pequeno fruto, ou broto, ou sinal de vida, quanta alegria nos traz. Como foi bom, quando estava em Angola, depois de meses de debates difíceis com um ou outro marxista convencido, ver como a luz de Deus penetrava sua mente e mudava sua perspectiva e o transformava em filho de Deus, em testemunha do amor de Jesus que o alcançou. Visitando os hospitais com os doentes com pouquíssimos recursos e os feridos da guerra, encontrando muito desespero, e vendo como o amor de Jesus transformava a vida dessas pessoas, lhes dando nova coragem, nova razão para viver, para lutar pelo que é bom e servir aos outros. Ver pessoas que conheci como estudantes secundaristas ou universitários, servindo a Deus e ao próximo com sabedoria, alegria e dedicação... Ver o ministério entre deficientes físicos que comecei a sonhar há anos, sendo desenvolvido sacrificialmente pelos próprios deficientes, com garra e amor. Sim valeu a pena!

Tonica - Antonia Leonora Van der Meer

Indice-missoes
Sobre Missões...

MISSÕES: Os desafios da igreja frente ao século XXI

O Alpinista
O que é Missões?
O sofrimento na vida missionária
Onde Estás?
Por que não vamos mais além?
Relato de viagem missionária
 
Menu-aniversario
Aniversários:
07 de Fevereiro (Gerson Rocha)
08 de Fevereiro (Tamires Barros)
12 de Fevereiro (Adriana Barros)
07 de Março (Olga Lúcia)
11 de Março (Rebeca Munhóz)
27 de Março (Jairo Munhóz)
15 de Abril (Heber Rocha)
15 de Junho (Fábio Rocha)
24 de Junho (Maria Francisca)
20 de Julho (Fábio Rocha Jr)
24 de Julho (Edmar Barros)
27 de Julho (Sônia Maria)
06 de Agosto (Elinéia Pereira)
Setembro
01 de Outubro (Jonatan Barros)
09 de Outubro (Antonia de Maria)
19 de Outubro (Lady Jane)
25 de Outubro (Alexandre Efraim
27 de Outubro (Mariluce Batista)
31 de Outubro (Lucimara Rocha)
06 de Novembro (Samuel Luiz)
12 de Novembro (Leila Maria)
 
Missões

Contribua adotando um missionário  
(informações 61-3484-5341)
ou deposite em C.C. Banco do Brasil

Agencia-2902-5 Conta-5559-X

ou
em C.C. Banco Bradesco
Agencia-2962-9 Conta-113459-2